Eu e minha estupidez

janeiro 16, 2010 at 1:37 pm (Uncategorized)

Quem não tem nada
Não tem nada a perder
E quem implora de joelhos
Não pode escolher

A dor e a tristeza
Vão Passar
Como tudo um dia passa
Se não te matar

Ah! Eu e minha estupidez
Em um beco sem saída
Ah! Eu e minha estupidez
Olhando o que eu
Achava que era vida

Todo mundo sempre tem
Algo pra aprender
Se quem espera sempre alcança
comece a correr
Se eu soubesse o que hoje sei
Não mudaria nada
O melhor de tudo isso é a viagem
e não a chegada

Ah! Eu e minha estupidez
Em um beco sem saída
Ah! Eu e minha estupidez
Olhando o que eu
Achava que era vida

Só pra eu não esquecer o quanto eu sou estúpida!!!

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pensando nos meus pensamentos

janeiro 16, 2010 at 3:02 am (Contos, Uncategorized)

Hoje senti sua falta desesperadamente o tempo todo, lembrei do seu cheiro, do seu riso, da sua conversa fútil e do prazer de estar nos seus braços;

hoje pensei em te ligar só pra ouvir a sua voz e não dizer nada porque as palavras sempre estragaram tudo;

hoje quis passar na frente da tua casa, pra ver se via você, se sabia de você e via como você tava, pensei té em como seria, mas não tive coragem;

hoje quis esquecer você, quis me arrepender de você e ao mesmo tempo senti falta de tá na sua vida e me enchi de dor ao me lembrar que não será mais assim;

hoje vive minha realidade, crua e nua, sentindo sua ausência, esperando que fosse passa e até agora tá doendo saber que nunca tive você;

hoje me peguei triste, escondendo você de mim mesmo, extraindo a conjuntura de que você seria muito pouco pra me causar tanta dor mas não é verdade nada disso, a quantidade de você em mim ainda é grande independente do tamanho que você represente pra humanidade;

hoje percebi que ainda quero você, que me dá raiva saber que não deitarei mais no seu peito depois do seu amor agressivo ao qual me fez perder a cabeça;

agora to pensando com quem você está, com quem você me esqueceu e o por quê desse silêncio insuportável que você deixou pra mim;

ainda penso quando o telefone toca de madrugada, se é você querendo saber de mim ou se é você pedindo pra eu te esquece;

vou agora pra meu leito de solidão, para os meus pensamentos confusos que perdem em você, vou procurar mais uma forma de ver você sair da minha vida sem eu querer;

desejos infinitos dos teus beijos, vontade louca de que tudo isso passe de repente e você seja só mais um, embora esteja tudo ainda conturbado, ainda no meu âmago, sinto desejo por você;

só me sobra viver o resto que você me deixou, recuperar o pouco de mim que sobrou ao ver você me desmontar ao partir, ao ver você dilacerar meu coração dizendo que nunca me amou;

tudo bem também sou inábil na arte de amar, também não sei se amei você, mas vive você intensamente e isso me faz falta por mais que eu desacredite, você ainda vive em mim.

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Café sem açúcar

janeiro 16, 2010 at 2:48 am (criticas sarcasticas)

Realmente as madrugadas me atraem, quando chega a noite me sinto mais viva, menos distraída, mais confiante, mais habituada talvez. Acredito ser uma criatura noturna tentando me adaptar aos hábitos diurnos, adoro o sol mas não gosto de acorda cedo, ainda prefiro o contemplar das estrelas do que aquela agitação desesperadora do meio dia. Nessas horas entro no carro suando, fico ansiosa, e aquele sol de rachar que me bronzeia sem eu pedir, tem dias que acho isso prazeroso mas na maioria deles me sinto pressionada. Mas voltando ao fato presente, to aqui de novo na madrugada curtindo Cazuza, to ouvindo aquela música ” exagerado” . Minha cara tudo isso, esse lance de mentiras, jogado aos pés e amores inventados.

Eu sempre fui dessas que se apaixona de primeiro momento e entra na paranóia compulsiva e obsessiva neurótica de viver o outro, eu respiro, eu corro atrás, eu me humilho, eu ligo sem parar, penso o tempo inteiro em como agradar e exagero muito em tudo. Falando assim de primeiro momento parece até bonito, mas é complicado tudo isso, porque eu monto, eu espero, eu invento reações, eu quero que o ser seja aquilo que eu espero que ele seja, e caso saia fora do padrão comportamental ao qual me excita, eu faço acontecer assim.

Eu me apego nesse lance de pele, de química, cheiro, toque, palavras ditas na hora certa e nessas horas não analiso se é verdade ou mentira, só sinto o prazer que o som delas me trazem. Tenho andado sozinha nessa vibe de auto conhecimento e reflexão, sinto falta do meu instinto primitivo de caçar, comer e dormir, essa história de aprimoramento é bem complexo, e cansa. Ainda mais eu que adoro ser instintivamente irresponsável e viver de saisfações momentâneas, ou seja eu não tenho juízo nenhum.

Não acho isso tão ruim, o problema é que… bom ainda não exatamente qual é o problema , mas eu sei que tem incomodado algumas pessoas. E através disso, partindo do princípio que o problema sou eu mais trezentos blas blas depois, to aqui nessa madrugada escrevendo tudo isso, to sentindo um foco de paixão momentânea vindo vou deixa para o próximo texto.

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sucessos populares

janeiro 3, 2010 at 6:35 pm (Contos)

Hoje me peguei analisando os instintos primitivos dos animais mais autodestrutivos do planeta, os seres humanos. Histórias mirabolantes, numa natureza selvagem e cheia de agressividade, o bicho homem realmente não sabe como suprir sua carência emocional. Na sua desestrutura emocional, desaba no cúmulo do egoísmo e ao suprimir sua alma de necessidade fúteis, e  insatisfação  gera uma angústia inevitável. Talvez isso tudo seja o papel social dos valores familiares perdidos, inocência no sistema enfurecido capitalista e escravocrata, ou simplesmente medo de ficar sozinho no escuro.

Homicídios, suicídios, genocídios, epidemias, pandemias e perebas afins, estamos ai todos vulneráveis na selva de concreto; numa competição intraespecífica injustificável, e eu me pergunto onde que tá aquele papo de paz e amor, ou será que é viva Las Vegas pra sempre.

Ainda em ritmo de festas de final e início de ano, acredito que foi tudo bem, diante da crise mundial, e da chegada do fim do mundo; e sempre partindo do princípio que é uma vez por ano, já que é um capítulo importante da minha história inevitavelmente irei vivê-lo.

Bom não sei mesmo se tá tudo desabando ou se e mais uma notícia de impacto do jornal nacional pra aumentar ibope, e isso nem importa tanto já que a televisão não me atrai tanto, muito atraso de vida.

Enfim seguindo em frente espero mesmo que 2010 seja de bom tamanho e o suficiente adequado, não para as minhas expectativas, mas para meus desejos insanos, tomara que dê tempo pra eu dizer não pra tudo isso.

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perde-se

novembro 11, 2009 at 6:19 pm (Contos)

Em um caminho grande e astuto, em meio ao tudo, tantas opções…

No entanto, está se sentindo perdido, em um canto, vendo tudo passar…

Acreditar no amor, nas pessoas, em alguns sorrisos e abraços, no final a solidão;

Aprendendo a confiar e a chorar em silêncio, afinal ninguém liga mais pras suas lamúrias,

sabendo que toda essa ilusão não lhe atrai mais,  somente procurando algo pra suprir sua infinita carência,

sem esquecer que suas palavras confusas não fazem sentido.

Talvez um remédio que traga felicidade!!

meu_universo_sem_fim

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Mudanças

outubro 10, 2009 at 1:36 am (criticas sarcasticas)

Andei pensando em fazer umas mudanças no meus blog, algo assim do tipo construtivo, nada tão pessoal, algo que acrescentasse mais para a humanidade google.

Hoje vou mudar é claro! Ainda não pelo bom senso, mas porque acho a rotina um saco!!

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reality show

setembro 12, 2009 at 12:59 pm (Uncategorized)

tenho procurado estar em contato com a minha realidade, realidade social, cultural, mental e casual. Muitas decepções, mas enfim nada que não seja simplesmente real. Olho por aqui ainda não aderi o meu lugar, tem louça suja na pia e formigas morando na minha geladeira, situação difícil de explicar, no entanto não para um ambiente urbano. As vezes sinto sua falta, do seu som, do seu riso, do seu jeito de ver a vida, sem você percebi o quanto vivia você. Deixei que me transformassem em alguém que julgassem certo, deixei entrarem na minha mente e me fizessem acreditar que eu era outra pessoa, e hoje ainda sou responsável por tudo. No final, ainda não sei ficar sem você, no entanto tem coisas que não tem solução, dizem que solucionado está, seu silêncio, só me faz ter sua lembrança, nos dias assim penso no que vc estaria fazendo sozinho e o que estaríamos fazendo juntos. Mas o destino é assim, não há pra onde fugir, de repente os caminhos se cruzam e cada um segue pra um lado.

Hoje to assim me sentindo afastada de tudo, voltando pra minha realidade, estar sem você é parte dela, embora eu saiba que não haveria outra maneira, sempre penso, se poderia fazer algo diferente, se poderia ter sido diferente do que eu mesma. Mas eu sou assim atrapalhada, sonhadora e totalmente apaixonada pela vida, preferi voar, viver, nem que seja sem você, mas que seja somente a minha vida.

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o inicio, o fim e o meio

julho 11, 2009 at 5:31 pm (Contos)

Estava pensando em como tudo se mostra pra mim, desde o começo, onde eu só fiz o que eu quis, mesmo sabendo que eu não sabia o que eu queria. Andando por aí eu fui escolhendo, entre curvas, histórias, caminhos, desafios e sonhos; sei que vivi a ilusão numa realidade cruel, mas aprendi muito sobre o que eu realmente queria, escolhendo coisas que eu não queria. Sempre me deixei levar por vontades e sentimentos desenfreados, ao quais nem eu mesmo sabia porque eles aconteciam. Li todas as filosofias tentando me entender, mas só pude encontrar a compreensão vivendo a indecisão. Não basta deixar a tristeza de lado, pra mim é preciso saber sentir prazer na vida, e nisso me entreguei ao acaso.

já amei o homem mais mentiroso do mundo, e acreditei que ele me amava, só porque eu queria que fosse assim. tem dias realmente que fico sozinha, só porque eu não quero falar com ninguém, e ainda não conheci alguém que suporte isso. Uma hora me encho de perguntas, noutra eu mesma sou a respostas, mas não pras perguntas que eu fiz, mas para as perguntas que fizeram pra mim.

Ainda vejo o mundo quadrado, mesmo todo mundo me dizendo que ele é redondo; também julgo, mas não gosto de ser julgado, falo coisas que eu não gostaria de ouvir. Fico esperando, ou deixo alguém esperando. Confio sempre esperando algo em troca, como se houvesse uma compensação emocional, por tal ato tão difícil para mim. Sou louca por viver nessa realidade, e mais ainda, por acreditar nos loucos que me dizem o  que eu sou. Muito mais louco é quem me diz, já dizia raul.

Num dia me encho de fé e esperança , em outro vivo a angústia constante de ser eu, e preciso de alguém pra me dizer que eu preciso acreditar. eu reclamo da solidão, mas não consigo deixar de ficar sozinha, preciso pensar sem alguém me businando conbranças no ouvido, não me sobra paciência para as pessoas.

As vezes me vejo por cima e outras me vejo por baixo, nunca consegui ficar no meio, os extremos me atraem. No entanto tudo eu quero entender, saber, a minha credibilidade ainda precisa de provas, o medo da estupidez limita minha fé.

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Diálogo interno

junho 3, 2009 at 4:02 pm (Contos)

Ando realmente perdendo muito tempo comigo mesmo, num infinito diálogo interno de situações mal resolvidas. Fora minhas obsessões que me levam ao fundo de poço emocional, insanamente insisto em resolver tudo nessa ilusória conversa.

Conversar comigo mesmo é muito cansativo, penso nas milhares de hipóteses, que um determinado ato, me aliviria essa dor que sinto.  Tá certo sempre escrevo esperando que alguém leia, afinal esse é o motivo que escrevo aqui; me voltando para meu diálogo interno novamente, acho tudo isso muito melancólico, e tenho me encontrado assim desde que decidi encaretar minha vida. Fazer minha própria montanha russa emocional é muito complicado, demanda tempo e desgaste emocional, enfim ainda sinto falta de algumas sensações, e to transferindo isso pra minha vida. 

Mas isso não é o fim do mundo, to apostando nos dias melhores, mesmo que ele não tenha sido hoje. Como diz aquela música dos bêbados, “o que hoje somos não se compara ao que fomos…” e por ai vai, acabaram se minhas idéias to meio down hoje, vo fuma um cigarro…

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fria madrugada

maio 31, 2009 at 5:14 pm (Contos)

Então, realmente dei um tempo sobre escrever, isso acontece quando paro de ler. Quando leio volto a ter aquela visão crítica e severa da minha própria existência. Lamentávelmente, meu orgulho intelectual ainda pertuba minhas noites de sonos, tetando entender sentimentos e os conceitos de tais comportamentos humanos.

Sempre tem um cara me ligando de madrugada perguntando onde eu estava, desse tipo de cara que na verdade não se interessa por você, mas precisa atormentar alguém. Não, ele não quer compromisso, nem romance, muito menos conhece poesia. Ele só tá sozinho procurando algo pra fazer. Ele anda por ai perdido há algum tempo, no auto engano da busca de qualidade de vida. Mas na verdade continua aquele mesmo ignorante de sempre. Disso resolvi escrever um conto, adoro imaginar o que acontece nos bastidores da vida.

Ele então fumou alguns cigarro, entrou em vários bares e no final se sentou a beira mar, pensando na distância, na ausência, no vazio, na culpa e principalmente na solidão. Antes ele estava sozinho, sempre esteve, ninguém tem coragem de acompanhá-lo. Mas agora era diferente, apareceu alguém na vida dele, alguém que ele pode transferir sua frustração, fazia alguns anos que ele procurava alguém assim.

Hoje no mundo moderno o sofrimento é opcional, mas a dor é algo que o acompanha no peito. Ele entre um trago e outro pensa rapidamente: – Onde ela deve estar?  falei tudo o que não queria dizer no telefone, será que ela acreditou?deve estar com outro, existem vários melhores do que eu.

Cheio de autopiedade, raiva, inveja e ciúmes, se deixou levar pela compulsão de mil telefonemas a procura dela, a qual não se encontrava em casa. Os minutos passavam e onde ela estaria? ele se perguntava, embebido em angústia. Medo!!! mas não um medo de perder, medo de ligar e ela não atender de novo. Ele pensa nela o dia todo, mas ele não quer nada com ela, não está preparado, só quer conversar um pouco, saudades que dói no peito. O compromisso na verdade o remete a responsabilidade, mas ele sabe o cafajeste que é e que não mereceria uma mulher como ela. Ele pensa que sofreria, mas no fundo sabe que já sofre com tudo isso, essa fantasia “da espera”, de chegar perto e não se controlar e ter que beijar, mas quando ela diz não ; ele prefere fingir que não viu, que não conhece, desprezando suas próprias vontades.

Dando a volta ao mundo em um minuto, ele quer parar de pensar, mas falta algo na vida dele. Ele ainda não sabe se falta ela voltar pra casa e atender o telefone ou se falta ela aceitar viver a loucura da sua mente doente. Ela não quer viajar comigo, participar das minhas ilusões e me fazer compania quando eu preciso; pensa ele sempre de modo egoísta, porque ele fingi que vê o lado dela e respeita a vida dela, mas naquele momento ele só se pergunta porque ela ainda não voltou pra casa. Nisso ele percebe que o cigarro acabou, ele precisa comprar mais, quem sabe dando uma volta ele esquece que ela não está em casa. Andando pela rua, sozinho no frio, ele pensa onde ela estaria naquele frio desgraçado.

Na volta resolve ligar novamente, mas dessa vez ela atende, ele age pelo primeiro sentimento, o de raiva e ciúmes e pergunta rispidamente: – ah!!! ja chegou? onde você estava? sua ironia sempre a deixa desconcertada mas dessa vez foi diferente, ela respondeu, seca e objetiva, não queria muita conversa, ainda mais com ele que várias conversas não levaram a nada. Ela disse: – onde eu estava não é da sua conta! e desliga o telefone como se ele não existisse.

Afinal, ele se arrependera de ter ligado, e pensara mais uma vez que não devia ter feito aquilo. Não adianta, ele não disse nada que ele queria novamente, e o pior não foi isso, foi depois de todo esse tempo ele ainda continuar se perguntando: onde é que ela estava todo esse tempo?

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