Passando por aqui…

Hoje, como todos os dias, por algumas vezes no meu dia, sinto falta de pessoas. Lembro de pessoas que estiveram comigo em bons momentos, e o que estaríamos fazendo hoje. Dou risada sozinha, das frases, dos momentos que vivemos e nos divertimos, e tudo passa.

Gostaria que algumas pessoas ficassem sempre perto de mim, é difícil achar pessoas boas, sinto saudades das pessoas que amo e estão longe. A vida por horas, é áspera e insensível, o tempo começa a passar mais rápido e as pessoas que amamos vemos com menos frequencia. Não entendo essa lógica de viver e conviver diariamente com quem não tem nada a ver com a gente, e no final do dia voltamos vazio pra casa.

No final da tarde, percebo que mais um dia se foi,  repleto da inqueitude de minha alma e cheio de lembranças escondidas pela casa. Ás vezes, eu acho que vou acordar naquele dia em que tudo virou do avesso, e perceber que tudo não passou de um sonho. Visto minha roupa, coloco o chinelo e te levo pro trabalho como todos os dias, sinto falta disso também.

O livre arbítro é mesmo uma faca de dois gumes, ao mesmo tempo que se faz a liberdade, se faz a prisão e eu fiquei presa naquele dia que eu perdi você. Faz algum tempo que venho me analisando e tetando achar a resposta dos meus erros, esperando alguém aparecer e me mostrar um amor maior que o seu, vendo o tempo passar pela janela.

Queria vagar pela noite sem rumo, sem medo, sem você, sem sentir nada, só existindo o pouco que restou de mim, tenho vivido essa melancolia alternada de uma euforia que se fantasia de liberdade, e no final eu acho que já enlouqueci por demais.

Fico olhando a vida das pessoas e imaginando como elas conseguem ser felizes, procurando nelas um pouco de entusiamos para minha pequena e pacata vida. E por fim nada me atrai, não me sinto parte de uma seita ou dogma, não sei seguir regras, principalmente as que servem pra salvar a minha vida. Acho que todas as pessoas carregam um pouco de tédio dentro de si, todo mundo se perde ou jpa se perdeu de alguma forma nas ilusões do mundo, e sempre pelo mesmo motivo a tal felicidade.

No entando procuro não chamar mais muita atenção, prefiro observar tudo de longe sem fazer parte do cenário, não tenho mais paciência para as encenações sociais, muito menos para os jogos de interesse que faz todo se sociabilizarem.

Apenas animais competindo entre si, destruindo suas vidas, ajudando outras, mentindo pra si mesmo procurando a verdade. Quem entende a hipocrisia humana? No final só quero deitar no seu colo e chorar….

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~ por Ana Paula Garcia em maio 8, 2011.

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